Do cálice flui a vida,
Sangra a chaga do homem,
Na bandeja exposta no altar
A carne metaforizada
É servida em fatias pequenas,
Saciando a efêmera espera humana.
Do homem firme no madeiro
A chama viva afirma a eternidade.
Dora Dimolitsas
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
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