sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Noite
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A luz avança sobre a noite,
o chicote enrosca –se no crânio,
deixa o cérebro exposto
sobre retorcidos caracóis,
percorrendo a espuma do abismo.
Sobre faíscas rotativas,
Brotam galhos da frondosa árvore
com intensas dores abdominais
a cachoeira vinda dos olhos,
É o alimento para os frutos ,
em forma de ovos estalados.
A árvore, com suas
fortes raízes fincadas ao chão,
balança com grande agonia,
um esforço sobre-humano,
a ajuda não chega... E do ventre que sangra,
a vida se extinguiu.
A noite voltou.
Doroty B J Dimolitsas
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